Laís Corrêa Oliveira
•Franquias
•6 de agostoO mês de julho começou com fachadas ganhando forma e novos projetos saindo do papel. Em duas cidades com realidades muito diferentes, a Phenom viveu o mesmo momento: o início de uma nova escola, além disso o time de expansão comercializou cinco novas franquias.
No dia 11 de julho, Hellen e Luciano abriram as portas da Phenom Igrejinha, no Rio Grande do Sul. Uma semana depois, em 18 de julho, Patrícia e Felipe inauguraram a Phenom São José dos Campos. A abertura também contou com a presença de Reginaldo, CEO da Phenom, que acompanhou de perto esse novo passo da expansão da rede.
As duas escolas seguem o modelo Phenom Easy. Mas, quando olhamos para as cidades, encontramos contextos bastante distintos.
Igrejinha tem uma dinâmica mais próxima, típica de uma cidade de menor porte, onde as relações com alunos, famílias e empresas locais fazem parte da construção diária da escola. São José dos Campos, por outro lado, é um dos grandes centros urbanos do interior paulista, com um público mais amplo e um mercado mais competitivo.
O que conecta essas duas inaugurações não é o tamanho das cidades, mas a escolha de um modelo que pode ser adaptado a diferentes realidades. Enquanto duas escolas iniciaram oficialmente suas histórias, outras cinco franquias deram os primeiros passos para levar a Phenom a novas cidades.

A expansão de uma rede nem sempre acontece da mesma forma. Em algumas cidades, o desafio está em tornar a marca conhecida e construir uma relação próxima com a comunidade. Em outras, é preciso encontrar espaço em um mercado que já possui muitas opções e um consumidor acostumado a comparar propostas.
Foi isso que tornou as inaugurações de julho tão notáveis. A unidade de Igrejinha nasceu em uma cidade gaúcha com cerca de 35 mil habitantes. À frente da operação estão Hellen e Luciano, que agora começam a construir a presença da Phenom junto à comunidade local.
Em uma cidade desse porte, uma escola pode se tornar parte da rotina das famílias. O contato costuma ser mais próximo, as indicações circulam rapidamente e a experiência de cada aluno contribui diretamente para a reputação da unidade.
Uma semana depois, Patrícia e Felipe inauguraram a Phenom São José dos Campos.
Com mais de 700 mil habitantes, a cidade apresenta outro cenário. O público é maior, assim como a quantidade de escolas, cursos e opções disponíveis. Nesse contexto, a unidade precisa comunicar seus diferenciais com clareza e construir sua presença em meio a uma dinâmica urbana mais intensa.
Mesmo com tantas diferenças, as duas operações nasceram a partir do modelo Easy.
O Phenom Easy é o formato mais compacto da rede, desenvolvido para quem deseja entrar no mercado de idiomas com uma estrutura mais enxuta. Mas compacto não significa limitado a cidades pequenas.
As inaugurações de Igrejinha e São José dos Campos mostram justamente isso. O mesmo modelo pode estar presente em mercados com tamanhos diferentes, desde que sua implantação considere a localização, o público, a concorrência e os objetivos dos franqueados.
Em Igrejinha, a estrutura pode favorecer uma relação mais próxima com a comunidade. Em São José dos Campos, pode funcionar como uma operação ágil dentro de um mercado amplo e mais competitivo.
A escolha de um modelo de franquia não deve depender apenas da quantidade de habitantes.
Também é necessário entender:
A população oferece uma referência. O planejamento é o que transforma essa informação em uma estratégia para a unidade.
As inaugurações não foram o único movimento da Phenom em julho. Durante o mês, cinco novas franquias foram comercializadas em diferentes estados do Brasil.
Em Rio Branco do Sul, no Paraná, Jéssica inicia sua trajetória como franqueada da rede. Também no Paraná, Pato Branco receberá uma nova unidade conduzida por Júnior e Juliana.
Em Comodoro, no Mato Grosso, Rosicler estará à frente da operação. Minas Gerais receberá duas novas escolas: uma em Araguari, com Joelson e Eliete, e outra em Varginha, sob a gestão de Adriano.
Cada venda representa o começo de um processo. Antes de uma escola abrir as portas, existem decisões sobre o ponto comercial, adaptações da estrutura, treinamentos, formação da equipe e planejamento das primeiras ações comerciais.
Por isso, vender uma franquia e inaugurar uma unidade representam momentos diferentes da expansão. As vendas mostram os lugares para onde a marca está caminhando. As inaugurações mostram projetos que concluíram uma etapa importante e finalmente começaram a fazer parte da rotina de suas cidades.
Com as cinco novas operações de julho, a Phenom chegou à marca de 25 franquias comercializadas em 2026. O número mostra o avanço da rede ao longo do ano, mas também representa projetos com realidades próprias.
Alguns nasceram em cidades menores. Outros chegaram a grandes centros. Alguns franqueados já possuem experiência na educação, enquanto outros estão entrando no setor pela primeira vez. É justamente por isso que a expansão não acontece apenas por meio da venda de uma franquia.
Depois da assinatura, começa a etapa de implantação que ajuda cada empreendedor a conhecer a metodologia, organizar a operação e preparar a escola para o mercado local.
Atualmente, a Phenom conta com 69 unidades em sua rede. Desse total, 48 escolas estão em funcionamento e outras 21 se encontram em fase de implantação antes da inauguração. Ou seja, enquanto dezenas de escolas já recebem alunos todos os dias, outras unidades estão sendo preparadas para iniciar essa mesma trajetória.
Quando vemos o número total de unidades de uma rede, é fácil imaginar que a expansão acontece de uma vez. Mas existe um caminho entre a decisão de empreender e o primeiro dia de aula.
É preciso estudar a cidade, definir o espaço, organizar a estrutura, formar a equipe e aprender os processos que farão parte da operação. Nesse período, o suporte da franqueadora ajuda o empreendedor a transformar o projeto em uma escola pronta para funcionar.
A Phenom atua com orientação em áreas como implantação, metodologia, treinamento, gestão, comercial e marketing. Isso permite que o franqueado conte com uma base já estruturada, sem precisar desenvolver sozinho todos os elementos do negócio.
Ainda assim, cada unidade ganha forma a partir da atuação local. São os franqueados que conhecem a cidade, lideram a equipe, acompanham os alunos e colocam os processos em prática no dia a dia. A rede oferece o caminho. A construção da escola acontece em conjunto.
Julho mostrou que crescer não significa apenas chegar a mais cidades. Significa conseguir levar o mesmo modelo para lugares com características distintas, respeitando o contexto de cada operação.
Igrejinha e São José dos Campos não possuem o mesmo tamanho, a mesma dinâmica econômica ou o mesmo mercado. Mesmo assim, as duas cidades receberam uma unidade Easy planejada para sua própria realidade.
São momentos diferentes, mas todos fazem parte do mesmo movimento.

Os números de julho mostram dois momentos diferentes da expansão da Phenom: unidades que já concluíram a implantação e começaram a operar, e novos projetos que agora iniciam esse mesmo caminho em outras cidades.
Em Igrejinha e São José dos Campos, a Phenom já abriu as portas. Em Rio Branco do Sul, Pato Branco, Comodoro, Araguari e Varginha, novas unidades começam agora a ganhar forma. É assim que a expansão acontece: uma cidade, uma equipe e uma nova escola de cada vez.
Quer entender qual modelo de franquia Phenom combina com o seu perfil e com a sua cidade? Converse com a equipe de expansão e conheça as possibilidades para empreender no mercado de idiomas.
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